A Executiva Estadual do PT reunida ontem a noite
referendou o nome de Evandro Gama para concorrer pela sigla à prefeitura de
Macapá, diante da retirada de alguns nomes como: Joel Banha e Marcos Roberto, o
partido resolveu colocar para discussão o nome de Gama para a sociedade e seus
filiados. A reunião foi muito concorrida, onde várias lideranças petistas,
inclusive do interior se fizeram presentes, entre elas a vice-governadora Dora
Nascimento, o prefeito Antonio Nogueira, os secretários Marcos Roberto e Joel
Banha e outros. Sinalizando porém abertura de diálogo com o PSB cujo acordo de
2010 foi pautado como possibilidade ainda a ser dialogada no tabuleiro. O PT
tem cartas a serem jogadas, o nome de GAMA soa nacionalmente com possibilidades
e visto com habilidade e articulação política e o PT nacional tem no Amapá
(capital) a prioridade do Diretório Nacional, que inclusive detém como
estratégia levar aos palanques petistas, principalmente das capitais, sua
maiores lideranças, o presidente Lula e a presidenta Dilma. Para quem duvidava
e achava blefe, o PT tá mandando recado que "agora é sua vez", a vez
do PT, mas precisa combinar com o PSB, será que vai rolar?
Conheça mais do petista Evandro Gama:
EVANDRO GAMA - do Amapá para a AGU
da: Revista Justiça Fiscal.
Conheça mais do petista Evandro Gama:
EVANDRO GAMA - do Amapá para a AGU
da: Revista Justiça Fiscal.
![]() Uma Carreira nacional como a de Procurador da Fazenda reúne talentos que atuam em realidades diversas Brasil afora. São exemplos desta pluralidade o ministro-substituto da Advocacia-Geral da União, Evandro da Costa Gama, e a Procuradora da Fazenda Nacional Aline Vitalis, lotada na Procuradoria Seccional de Joinville, em Santa Catarina. Conheça o dia-a-dia, o perfil, a trajetória profissional e a opinião destes PFNs.
Quando o amapaense Evandro Costa Gama migrou para Belém, onde cursou a Faculdade de Direito na Universidade Federal do Pará, não poderia prever que suas escolhas profissionais ainda o levariam para o centro econômico-financeiro e, posteriormente, para o núcleo político do País.
O ingresso de Evandro no serviço público foi por meio de concurso para auxiliar da Justiça Federal. Logo depois, junto com a graduação em Direito, logrou êxito no concurso para analista judiciário da Justiça Federal. Em 1998, aprovado no concurso para Procurador da Fazenda Nacional, tomou posse em São Paulo, onde também seguiu com a vida acadêmica em nível de pós-graduação.
Ao relembrar o início da trajetória na PGFN, Evandro destaca a decisão acertada de atuar em São Paulo, segundo ele, "a Procuradoria que reúne a maior diversidade em matéria tributária, uma vez que é a unidade federativa que concentra metade do PIB nacional". Nos sete anos que passou em São Paulo, Evandro assumiu cargos de grande responsabilidade como o de chefe substituto da Divisão de Defesa Judicial e Sub-Procurador Chefe.
Com o conhecimento técnico na área tributária e financeira acumulado em São Paulo, o contato ativo e a proximidade com as lideranças da Carreira, Evandro viria a seguir um caminho que o conduziria para o centro político do País. Foi em uma das edições do Encontro Nacional de Procuradores da Fazenda Nacional que ele conheceu e trocou impressões com o ministro da Advocacia-Geral da União, José Antônio Dias Toffoli.
Na época, Toffoli exercia o cargo de Sub-Chefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. O ano era 2003 e novamente Evandro mudaria de cidade para enfrentar desafios inéditos. O convite para assessorar o Sub-Chefe na área tributária e financeira resultou na cessão de Evandro da PGFN para a Casa Civil no ano de 2004. A parceria bem sucedida com Toffoli ainda teria como conseqüência - após breve retorno ao Amapá, onde assumiu a chefia da Procuradoria - a ascensão do PFN ao cargo de vice-ministro da AGU.
Evandro Gama é hoje o Procurador da Fazenda Nacional mais bem posicionado na Administração Pública. É um exemplo emblemático de que a PGFN possui um banco de talentos, que são recrutados para o exercício de cargos importantes em todos os níveis e esferas do Poder Público.
Casa Civil
Atuar na Casa Civil proporcionou a Evandro o acesso a outros debates fora das áreas tributária e financeira. Ele lembra que tratou de quase todos os planos de carreira de servidores; cuidou da questão da Receita Federal do Brasil, a Super-Receita; do Super Simples, do PIS e Cofins sobre importação e das negociações do acordo para pagamento de diferenças de planos econômicos.
Foi também na Casa Civil que o PFN teve a oportunidade de participar de três reuniões com o Presidente da República. Para Evandro, a maior lição da experiência na Casa Civil está relacionada ao respeito do contexto em que os atos normativos são criados. "Hoje, a grande deficiência das escolas de Direito é dar uma visão muito jurídica, apenas apegada à normatividade. Há uma grande desvinculação entre o jurídico, o político e o social. Nesse aspecto, a Casa Civil me ajudou bastante". E completa: "não basta estar preocupado só com a questão da sustentabilidade legal e constitucional de um ato normativo específico, mas também como arquitetar a melhor política pública, pensar em todas as conseqüências que pode trazer dependendo da opção adotada pelo Governo, pela área interessada. É preciso saber mesclar Direito, política e a repercussão social dos atos".
Retorno ao Amapá
Depois de quase uma década, Evandro estava pronto para colocar em prática a idéia de retornar ao Amapá para, em suas palavras, "levar o conhecimento que sugou e aplicá-lo no estado, onde as necessidades são muito maiores do que em todos os lugares pelos quais passou". Ele saiu da Casa Civil em 2005 e pediu a lotação para a Procuradoria da Fazenda Nacional em Macapá onde viveu um grande confronto de realidades. Inevitável a comparação entre a Procuradoria em São Paulo e uma Procuradoria bem menor, mas que também exerce uma função fundamental no estado. É responsável pela cobrança dos tributos federais e ainda pelo assessoramento da Gerência Regional de Administração, peculiaridade de um estado que foi território.
No Amapá, Evandro voltou a atuar com matéria de defesa judicial, tributária, mandado de segurança ordinário, atividades exercidas à exaustão em São Paulo. Trabalhou também com a questão da cobrança da dívida ativa, execuções fiscais e assessoria à Gerência Regional de Administração, nas matérias de servidores, licitações e contratos. No Estado, Evandro Gama assumiu a chefia da Procuradoria, onde permaneceu até o início de 2007, quando recebeu novo convite de Toffoli, agora para acompanhá-lo na AGU.
blog: "Em 2010 Evandro Gama entrou no row dos emergentes do PT ao ter uma expressiva votação a deputado federal, visto pelos corredores do PT Amapá como uma vitória pelo fato do mesmo não ter retaguarda e nem capital politico acumulado diante de nomes já consolidados no PT tucuju".
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