O que se espera dos debates para a eleição que se aproxima remete ao fato e a espera das alianças a serem construídas, é claro que nesse cenário sempre se espera a possibilidade das forças consangüíneas nascidas e de identidades iguais construírem propostas, assim a esquerda amapaense indubitavelmente lançará sua proposta para a sociedade Macapaense como alternativa para suceder o atual prefeito, diga-se representante das forças que a pouco tinham a supremacia política e administrativa do Amapá, o grupo da Harmonia, nascido no ventre das elites e de cunho ideológico pautado no discurso de centro.
A correlação de forças, contudo, expõem os debates e embates que diante do povo, expurga externamente características internas, que dilaceram e colocam para fora de forma visceral a tônica da relação competitiva dentro da própria esquerda, onde os partidos que hoje e novamente detém o poder máximo no estado, em se falando de executivo, o PSB e PT apresentam cartas que doravante não estavam há mesa, isso depois de acordo público para que novamente estes se aliançassem novamente, pontos de construção bilateral, de crescimento mútuo, mas que agora onde as decisões passam pelo fortalecimento partidário, apresentam antagônicas proposituras e projetos políticos.
No debate interno, o embate político acaba por orientar-se pelo que chamamos de Centralismo Democrático, desta feita, o mesmo parece impor e expor interesses próprios e na busca por mais poder. De um lado o PT diz e grita aos quatro cantos que o PSB deve cumprir acordo, inclusive com protocolo na mão e carimbo de tensionamento e arbítrio das principais figuras da cúpula de poder dos partidos, aliança comprometida com apoio a candidaturas do PT nos dois principais municípios do estado, entre eles é claro a capital.
Do outro lado e Com a devida destreza, peculiar a volúpia por poder e sua manutenção, o PSB tenta desconstruir o que estava aparentemente posto, exposto pelos petistas de plantão e assim a negativa de que não existe acordo com o PT passou a surgir na base, negado em certo momento por suas lideranças, mas que agora explicitamente ganham sorrateiramente expressão e vocal nas falas da deputada Cristina e do senador CAPI, e o povo? O que pensar desse disse me disse? Uma coisa torna-se fato: No mundo dos discursos e na ideologia de esquerda alguém esta mentindo! Será o PT, será o PSB, afinal quem jogou merda no ventilador?
Do outro lado e Com a devida destreza, peculiar a volúpia por poder e sua manutenção, o PSB tenta desconstruir o que estava aparentemente posto, exposto pelos petistas de plantão e assim a negativa de que não existe acordo com o PT passou a surgir na base, negado em certo momento por suas lideranças, mas que agora explicitamente ganham sorrateiramente expressão e vocal nas falas da deputada Cristina e do senador CAPI, e o povo? O que pensar desse disse me disse? Uma coisa torna-se fato: No mundo dos discursos e na ideologia de esquerda alguém esta mentindo! Será o PT, será o PSB, afinal quem jogou merda no ventilador?
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