Alcilene Cavalcante em 11 de agosto de 2011
Enquanto a Secretaria de Turismo do estado tinha um orçamento de 2 milhões de reais, quase 10 milhões de reais em emendas para o desenvolvimento do Turismo do Amapá, sequer passavam pela secretaria. Eram colocadas diretamente em ONGs de fachada.
Foram 4,5 no orçamento da União de 2009 e 5 milhões em 2010, estes liberados, mas não executados totalmente por causa da desconfiança de que estavam sob investigação.
Chamou atenção o fato do IBRASE, uma ONG de São Paulo, investir recursos de contrapartida em convênios, para desenvolver o turismo do Amapá. Como se fosse uma Madre Teresa de Calcutá.
As investigações descobriram que as notas fiscais tanto das empresas de São Paulo, Brasília ou Macapá eram preenchidas pela mesma pessoa. Uma fraude que o Ministério do Turismo passava por cima e liberava mais parcelas do convênio.
Ao iniciar o monitoramento através de grampos autorizados pela justiça, os corruptos foram caindo um por um, armando as fraudes e combinando roubos.
Estão presos no Iapen, a horrorosa penitenciária do Amapá.
E nosso turismo continua no beco.

endereço do produto do furto: Repiquete no meio do mundo
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