A crise vivida no setor educacional público estadual no Amapá está longe de representar o que se pode almejar e alcançar de resultado dentro das possibilidades e do formato que um Governo popular pode oferecer, contudo, o cenário atual reflete tão somente um estado de relação trabalhista, o que de fato não pode se ter como avaliação qualitativa das políticas implementadas, que desta feita tempestivamente não se pode cobrar do novo governo.
Este blog no intuito de oferecer motivos a mais para que a confiança e a oportunidade da busca por avanços no setor por parte da Classe Educacional de seus servidores em função do governo do estado, achou por bem publicar o artigo abaixo por achar que se pode dialogar e planejar a educação no Amapá na medida certa dos sonhos e necessidades de todos, e neste contexto, um bom exemplo é o mostrado abaixo, fruto de determinação, coragem e tempo este que precisa ser ainda uma pauta a ser vencida na relação greve de professores e vontade política do governo. O artigo refere-se ao governo do PSB de Pernanbuco.
Por Waldemar Borges
Sabemos que não se muda a educação de uma hora para a outra. São precisos anos de investimento para que os resultados apareçam, mas se observarmos o Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco – Idepe, divulgado esta semana, podemos concluir que estamos no caminho certo. Principalmente se avaliarmos as escolas estaduais de educação integral, que conseguiram a referência 4,6, quando a meta proposta pelo Ministério da Educação – MEC é de 4,5 para o ensino médio para o ano de 2021. Ou seja, conseguimos o índice com 10 anos de antecedência.
O resultado nos deixa feliz, mas também reafirma a responsabilidade que o Governo de Pernambuco deve ter com a ampliação da educação integral. Tanto que o secretário de Educação, Anderson Gomes, revelou que “a intenção é que praticamente todos os estudantes que ingressem no ensino médio o façam por meio do programa integral”. Em 2007, Pernambuco tinha apenas 13 escolas em tempo integral. Atualmente, elas são 174 com 91 mil alunos. A perspectiva é oferecer, até 2014, 300 escolas nessa modalidade.
Apesar de ainda precisarmos avançar na qualidade do ensino na rede estadual, também merece destaque o fato dos índices alcançados pelas unidades que oferecem as séries finais do ensino fundamental terem tido contínua elevação. Nos últimos três anos, foi identificado um aumento do índice de 2,7 para 3,4, o que representa um crescimento de 0,3 ao ano. Essa é a meta proposta pelo MEC para 2013.
Uma outra boa notícia é que as escolas que atingiram pelo menos 50% das metas fixadas no Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco – Idepe vão receber, no dia 11 de julho, o Bônus de Desempenho Educacional. Em sua terceira edição, serão R$ 48 milhões de investimento do Governo do Estado destinados a 32 mil servidores de escolas estaduais e gerências regionais. Os funcionários da Educação vão receber, em média, R$ 1.469,68, de bônus. Os valores são calculados individualmente de acordo com o salário de cada servidor e o percentual da meta atingida em cada unidade. Das 931 escolas avaliadas em 2010, 625 delas conseguiram alcançar pelo menos 50% do indicador, o equivalente a 70% do total.
São resultados como esses que nos motivam a agir cada vez com mais eficiência nas políticas públicas em educação no nosso estado. Para que a educação continue melhorando, é preciso um comprometimento sempre maior com a qualidade do ensino, a melhoria física das escolas e a valorização do professor. E esse é mais um compromisso que o governo vem cumprindo.
*Waldemar Borges é deputado e líder do Governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco
Nota do blog: Mesmo diante do cenário atual, acreditamos sempre no povo do Amapá e em suas lideranças, se antes o povo não sentava a mesa, e este o trabalhador como parte, hoje se vê e ouve os gritos em busca por melhorias, isso também precisa ser avaliado como avanço: uma nova realidade, mas com visível sintomas peculiar as consequências de uma grave crise moral vista no passado. AVANTE AMAPÁ!
Nenhum comentário:
Postar um comentário